terça-feira, 28 de abril de 2009

Sandices de família

Descobri que não só sou muito parecida com o meu pai, como também dividimos os mesmos pensamentos insanos. Em uma revelação minha acerca de um pensamento (ou seria sentimento?) que me atormenta desde que me conheço por gente, ele me confidenciou que sente/pensa o mesmo, mas que nunca tinha tido a coragem de expressá-lo. Foi engraçado, ele se sentiu aliviado e eu menos sozinha na minha sandice. Aprendi ontem que às vezes dividir pode tranformar-se num multiplicar. Deixamos de ser loucos quando não somos únicos; nem normais demais quando juntos. Sabe a história das testemunhas, de não sermos nós de verdade? Ás vezes precisamos é de cúmplices, e não de testemunhas. Sandices de família...

Um comentário:

bípede falante disse...

Que sorte, claudinha! Na minha família as sandices são sempre solitárias.