sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Espelho

Ao olhar-se a si mesmo,
É preciso ter cuidado
O que vemos é o que sentimos
E o que sentimos às vezes não é o que desejamos

A confusão instalada
Sem motivo aparente
Por vezes demonstra aquilo que escondemos,
O que tememos

O que somos e fazemos,
Nossos sonhos e os medos
Partes de um todo,
Fragmentado
Revelado.

3 comentários:

bípede falante disse...

Claudinha, tão simples e tão verdadeiro. Eu sempre soube, mas ao mesmo tempo não racionalizava. É a mais pura verdade: a gente vê o que sente. E viva o Retrato de Dorian Gray!

Leo disse...

Verdade! Concordo! muito bonito esse texto...acho que todos nós temos um pouco disso né?

beijos

Silvestre Gavinha disse...

Claudinha, que lindo o poema.
Pode crer. O espelho mais que mostra, revela.
É um jogo. Do lado do outro lado.
Menina, você está MUITO.
Viva Alice.