terça-feira, 15 de outubro de 2013

Da alma que lhe sorri

Chora. Pode chorar. 
Pois quem chora lava a alma 
Que há muito andava esquecida. 

Nas gavetas da memória e na rua em que passa 
Lembra de toda a sua graça em descobrir-se menina 
Mulher, mãe, amante e amiga  
Uma mistura de tudo o que foi, o que é e o que ainda será. 

 Mas chora. E depois ri.
 Porque quem chora despeja a tristeza 
 Para dar espaço à alegria que lhe sorri.

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