quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Do que acontece
Feliz, ansiosa, cansada, excitada, realizada, estressada, entre tantos outros adjetivos. Um caldeirão de sentimentos e estados de espírito. Na expectativa, na batalha, nos livros, nas aulas, nos sonhos, nos pesadelos, nos planos, na espera, na certeza. Com o tempo curto, mas bem aproveitado. Transbordando de tudo e de todos, de si mesma e ainda do que está por vir. Não pensa mais em bobagens, a cabeça anda cheia e o coração no compasso de uma boa melodia. Acredita. Espera e confia. Amém.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Control c + control v
Dia desses fiquei chocada com um post da Cíntia do blog Pensamentos Insanos, em que ela contava a cara de pau de alguns blogs que simplesmente copiaram vários textos dela. Hoje experimentei a mesma sensação. Não foi em um blog, mas em um site de relacionamentos, em que uma pequena fração de um texto meu estava "copiado" sem qualquer referência ao autor. Vou contar que é chato, irritante até, porque mesmo que seja uma frase só, é minha! Eu criei! Porque somente os grandes autores merecem o crédito? Fiquei lisonjeada mas ao mesmo tempo p...da vida, porque , poxa, dá o crédito!! Pode copiar à vontade, se gostou, fico hiper feliz com quem lê meu blog, mas dá pra citar a fonte, não dá? Só quem escreve e publica o que escreve entende o que estou falando. Pode até ser que a pessoa nem se deu conta, gostou da frase, se identificou. Mas mesmo assim, fica o recado: dê o crédito, é bacana e de bom tom.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Guerra dos sexos
Você chega na academia e tem um tiozinho na esteira. Ele já está ali, naquele trote de 3,5 ou 4,0 km/h há pelo menos uns 20 minutos. Você faz todo o treino e ele continua ali, andando, quase se arrastando. Você sobe na esteira ao lado, aquece por uns 5 min e começa a correr. Nada demais, mas corre. Imediatamente a criatura ao lado aumenta a velocidade, sem contudo desprender as mãos do apoio da esteira. E tenta correr. Digo tenta porque a cena é hilária, pra não dizer outra coisa.
Você corre por uns 20 min, tranquila, lépida e faceira e o seu colega ao lado, esbaforido e com a lingua prá fora igual a um cachorro, agarrado com as duas mãos na esteira, não desiste. Você começa a diminuir a velocidade, desce tranquilamente da esteira, alonga e começa a se prepar para ir embora. O tiozinho volta a sua velocidade de origem, sentindo-se vitorioso. Você vai embora e ri, ri muito. Homens são engraçados.
Você corre por uns 20 min, tranquila, lépida e faceira e o seu colega ao lado, esbaforido e com a lingua prá fora igual a um cachorro, agarrado com as duas mãos na esteira, não desiste. Você começa a diminuir a velocidade, desce tranquilamente da esteira, alonga e começa a se prepar para ir embora. O tiozinho volta a sua velocidade de origem, sentindo-se vitorioso. Você vai embora e ri, ri muito. Homens são engraçados.
terça-feira, 30 de junho de 2009
Dando notícias
Minha amiga virtual Bípede clamou por algumas palavras. Mas a coisa anda feia, apertada. Sabe querida Bípede, aquela coisa chamada edital? Pois é, ele está chegando, se aproximando, sem dó nem piedade e eu aqui, entre livros, leis e uma ansiedade louca. Escrever até tenho vontade, quase uma necessidade. Mas geralmente a mente rodopia e fica efervescente no momento em que coloco a cabeça no travesseiro ou enquanto dirijo sozinha com meus pensamentos. E quando vejo o dia passou, a noite chegou, os livros me sugaram e o meu note ficou esquecido, sem nem ao menos ter sido ligado, bem como meu querido blog. Viajei por uma semaninha, foi bom pra espairecer, mas agora a rotina voltou com tudo. Prazos e mais prazos. Mas ainda me resta mais uma semana em que esquecerei do mundo: férias com o maridão.
Até lá, me dedico aos estudos, espero que em breve com uma data derradeira, para ver se aplaco a ansiedade.
Hasta la vista, baby.
Até lá, me dedico aos estudos, espero que em breve com uma data derradeira, para ver se aplaco a ansiedade.
Hasta la vista, baby.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Simpatia
Simpatia em excesso me assusta. Ultimamente há pessoas que insistem em sorrir, até mesmo em velório. E é aquele sorriso forçado, de quem tenta ser educado, mas só consegue ser inconveniente. E o beijinho no rosto? Brasileiro adora isso, mas perde a noção. É beijinho em todo mundo, independente do lugar e da pessoa, bem como do grau de intimidade. Beijinho prá mim é em pai e mãe, irmão, marido, namorado e amigo que você conhece há pelo menos mais de um ano (aqui estou sendo mais flexível, mas confesso que só gosto mesmo de distribuir pros mais chegados, aqueles que contamos nos dedos). Beijinho em quem não conhecemos ou não nos sentimos próximos é como fofoca: inconveniente e deselegante.
Aos beijoqueiros de plantão, aí vai: estenda a mão, dê um sorriso (verdadeiro) e está tudo muito bem. A pessoa entendeu o seu recado.
Aos beijoqueiros de plantão, aí vai: estenda a mão, dê um sorriso (verdadeiro) e está tudo muito bem. A pessoa entendeu o seu recado.
terça-feira, 5 de maio de 2009
Tempo
Quanto tempo para perceber que você mudou? Anos, dias, horas. O tempo é inevitável, as mudanças são essenciais. Mas às vezes não nos reconhecemos. Ou será que apenas não nos percebemos? Quanto tempo para dizer o que realmente pensa. Quanto tempo para sentir o que realmente sente. Será isso a dita experiência? A maturidade? Mas quem nos garante que teremos tempo? E será ele suficiente? O que você deixa para depois, será feito no exato momento? Ou ele já terá passado e você, nem notado. Qual é o seu tempo? Quando estaremos prontos, quando o dia chegará, quando irá parar de fazer planos? Às vezes acho que vivemos em um eterno adiar. Adiamos sonhos por que não estamos prontos, ou nos falta grana, ou nos falta tempo. Adiamos um projeto porque está inacabado, imperfeito. Adiamos um carinho por que pode ser amanhã, uma palavra de conforto porque não estamos de bom humor. Uma gentileza porque nos falta paciência.
O que nos falta é olhar para dentro e sentir o que queremos nesse exato momento, no hoje. O problema é que nos falta tempo. Esse eterno tirano.
O que nos falta é olhar para dentro e sentir o que queremos nesse exato momento, no hoje. O problema é que nos falta tempo. Esse eterno tirano.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
O peso do peso
O susto veio com uma velha companheira, de quando ainda beirava os 15, e entrava com facilidade em qualquer 38. Aposentá-la? Nem pensar, não me entrego assim tão fácil. Números só me assustam se depender deles para passar em alguma coisa, matemática nunca foi meu forte. Nesse caso a matemática é simples: consumir menos e gastar mais. Ao mesmo tempo irei consumir menos e gastar menos, o cartão de crédito agradece e o espelho também. É o castigo que vem à galope: quem mandou perder o controle?
terça-feira, 28 de abril de 2009
Sandices de família
Descobri que não só sou muito parecida com o meu pai, como também dividimos os mesmos pensamentos insanos. Em uma revelação minha acerca de um pensamento (ou seria sentimento?) que me atormenta desde que me conheço por gente, ele me confidenciou que sente/pensa o mesmo, mas que nunca tinha tido a coragem de expressá-lo. Foi engraçado, ele se sentiu aliviado e eu menos sozinha na minha sandice. Aprendi ontem que às vezes dividir pode tranformar-se num multiplicar. Deixamos de ser loucos quando não somos únicos; nem normais demais quando juntos. Sabe a história das testemunhas, de não sermos nós de verdade? Ás vezes precisamos é de cúmplices, e não de testemunhas. Sandices de família...
sábado, 25 de abril de 2009
Sem testemunhas
Hoje, lendo Divã de Martha Medeiros, encontrei uma frase que me fez pensar bastante: "nunca somos nós mesmos na presença de testemunhas". Parece ser bastante verdadeira essa afirmação. Realmente estamos sempre prontos a nos escondermos, seja por vergonha, medo, imposições da dita sociedade, por amor ou por ódio, por desconfiança ou excesso dela. O que realmente somos e queremos, lá no fundinho, acho que acaba sempre sendo uma incógnita para nós mesmos. Aceitar sentimentos, defeitos e desejos que nem sempre nos parecem acertados, nos faz agir muitas vezes de forma extremamente cautelosa quando na presença de outras pessoas. Assim, por medo de deixarmos escapar, para nós mesmos, aquilo que não aceitamos e que evidentemente, não queremos dividir com mais ninguém, sufocamos emoções, condutas, extravasamentos necessários, sandices temporárias e todo o tipo de sentimentos que só querem vir a tona, e só. Dividir. Eis palavrinha difícil de se por em prática. Dividir sentimentos, sonhos, ideias, desejos. E se não forem compreendidos e aceitos? E se forem rechaçados, ridicularizados, tolhidos? E eis que vem o medo. E a resignação. E encobrimos tudo, aceitamos não aceitá-los. Mas até quando?
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Um pouco de realidade e muito de sonhos
Um e-mail confirmando que sim, o capítulo está bom. E sim, já aguarda pelo segundo. O alívio instantâneo em razão do aglomerado de páginas prontas, que parecem vivas, quase como um filho gerado, deve ser imediatamente esquecido (até a correção final), pois mais algumas páginas precisam ser escritas, refletidas, corrigidas, amadurecidas. Ainda se fosse um romance, vá lá, mas o emaranhado de direitos e garantias constitucionais, os tais acesso à justiça e dignidade da pessoa humana já não produzem os mesmos suspiros quando do início da faculdade, nem mesmo no final da última pós-graduação. Hoje a realidade nua e crua mostra, sem piedade, que esses direitos às vezes são, infelizmente, meras palavras. Bonitas, sim. Mas às vezes tão irreais quanto uma boa ficção. Essa sim, ainda será escrita. Pelo menos sonha com isso. Enquanto não resta energia nem mesmo inspiração para tanto, espera da forma mais real e iminente por um certo edital, de um certo concurso, que a ronda desde a já comentada faculdade. Talvez o meio que encontrou para efetivar aqueles direitos comentados e que por tantas vezes desacreditados no vazio das promessas do idelizado Estado Democrático de Direito.
Para por aqui. Lembra que ainda não revisou o novo acordo ortográfico e fica em dúvida quanto aos acentos e outras regras existentes. Voltando a vida real, agradece por este meio através do qual vos fala e desopila. Sempre sem cerimônias.
Para por aqui. Lembra que ainda não revisou o novo acordo ortográfico e fica em dúvida quanto aos acentos e outras regras existentes. Voltando a vida real, agradece por este meio através do qual vos fala e desopila. Sempre sem cerimônias.
terça-feira, 7 de abril de 2009
Nostalgia
Amigos de infância, um bom papo com chimarrão e no fim do dia escutar uma daquelas musiquinhas que tocavam nas festinhas de garagem. Para a nostalgia, tudo é válido e perfeito e ela instala-se assim, em plena segunda-feira.
A noção de que o tempo passa, realmente, dá as caras de vez em quando. E dói, e faz chorar, e faz lembrar, mas ainda assim alegra. Por tudo que já passou, que já se aproveitou. Mas que passou. E ainda tudo que irá passar. Mas algumas coisas ficam. Outras ainda vão e voltam. E isso conforta. Energiza.
O tempo faz parte. A vida não seria tão perfeita se não pudéssemos esquecer, escolher, viver e reviver.
Ainda bem que o tempo passa e a memória não esquece.
A noção de que o tempo passa, realmente, dá as caras de vez em quando. E dói, e faz chorar, e faz lembrar, mas ainda assim alegra. Por tudo que já passou, que já se aproveitou. Mas que passou. E ainda tudo que irá passar. Mas algumas coisas ficam. Outras ainda vão e voltam. E isso conforta. Energiza.
O tempo faz parte. A vida não seria tão perfeita se não pudéssemos esquecer, escolher, viver e reviver.
Ainda bem que o tempo passa e a memória não esquece.
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Temperança
Ser abrigo e entregar afeto sem medo de perder-se em meio às incertezas. Pés no chão e intuição no coração.
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Então é assim. Você nasce, cresce e acha que quando é gente grande conhece o amor. Encontra o "the one" e resolve que sim, o amor ...
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Para os que acreditam que casar é coisa do passado, fatos que contradizem essa versão: quatro casais de amigos casarão entre novembro e abri...