Simpatia em excesso me assusta. Ultimamente há pessoas que insistem em sorrir, até mesmo em velório. E é aquele sorriso forçado, de quem tenta ser educado, mas só consegue ser inconveniente. E o beijinho no rosto? Brasileiro adora isso, mas perde a noção. É beijinho em todo mundo, independente do lugar e da pessoa, bem como do grau de intimidade. Beijinho prá mim é em pai e mãe, irmão, marido, namorado e amigo que você conhece há pelo menos mais de um ano (aqui estou sendo mais flexível, mas confesso que só gosto mesmo de distribuir pros mais chegados, aqueles que contamos nos dedos). Beijinho em quem não conhecemos ou não nos sentimos próximos é como fofoca: inconveniente e deselegante.
Aos beijoqueiros de plantão, aí vai: estenda a mão, dê um sorriso (verdadeiro) e está tudo muito bem. A pessoa entendeu o seu recado.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
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Deixe a música tocar, por favor
Parada no hall de entrada, deixou a bolsa despencar dos ombros enquanto os mocassins foram desprezados gentilmente para fora dos pés. O gato...
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Ainda confio Nas voltas que a vida dá Nos laços que se transformam em nós Nos espaços que se preenchem ao estarmos sós Ainda confio Nas con...
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3 comentários:
Concordo em gênero, numero e grau. Gostei daqui.
Claudinha, a mim também. Você conhece algum vigarista que não seja simpático? Eu não!
Claudinha, o que está acontecendo? Nem você, nem a Marie escrevem mais. Volte. Vamos lá! Mãos no teclado, please.
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